Aoife, a irlandesa de olhos azuis

Logo à chegada, a rapariga dos olhos azuis que entregava carros aos viajantes, disse – Aqui na Irlanda pagámos a dívida toda, por isso não temos muitas autoestradas. E confere. As vias de comunicação terrestres, incluindo os transportes urbanos, são de fraca qualidade. Mas é só isso. De resto há tudo lá.

Há gente de todo o Mundo, sobretudo jovens, a trabalhar nas grandes empresas tecnológicas internacionais que, por causa dos impostos baratos, se instalaram sobretudo na capital Dublin. São lugares de sonho para trabalhar, uma visita à Google faz lembrar que voltámos para a faculdade e somos muito novos outra vez. Mas há lá também paisagens deslumbrantes, música, simpatia, pubs para todos os gostos, poesia, literatura e arte. E nestes dias há até sol.

Com receio de viajar para o centro da Europa, muito penalizada por questões de segurança, a viagem de família deste verão rumou a norte, até à ilha dividida da Irlanda. Curiosamente um dos últimos lugares do Ocidente europeu onde o terrorismo – católicos contra protestantes, na Irlanda no Norte – causou muitas centenas de mortos que durante quase quatro décadas (1960-1994) encheram os noticiários de todo o Mundo de sangue e terror.

Continue a ler aqui.

irlandesa DR

Related News

Comments are closed.